segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

O Adeus



Não obstante de um querer me iludi quase que sem querer.
As chagas se cravaram em mim. Esbravejei no jazer de minha vida.
No santuário de minha alma o obsequio me veio com duvidas insanas qual o meu amor


Não obstante se fez os lábios, se fez as suplicas...Partiu sem dizer para onde...
As mãos se elevaram num adeus sem sentido.
As palavras chamejaram ímpetos desregrados, em um grito calado e preso nas entranhas de meu ser...
E as lágrimas ofuscaram meus olhos a permitindo caminhar para outra direção!

Solucei desvairado de loucura me debatendo e pedindo a Deus que voltasse!
Cravei em agonia as penitencias de uma estrada. Deixei seco o solo de meu coração!

Onde estará alma minha que arranquei sem nenhuma preocupação?
A saudades me matam, ó Deus!
Onde estarão os passos que me deram a razão para viver?


Aquele Adeus banal...
Adeus para sempre...
Adeus felicidade de meu cotidiano, os sorrisos angelicais.
Adeus à única verdade que me possui: O meu amor por você.

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