quinta-feira, 3 de junho de 2010

Amor Doente



Respiro, não por que sei de respirar e sim por estou a te amar...
Ando, não por que tenho pernas para andar. São teus beijos que me dão a força para continuar.

Sorrir? Se o sol já não me conduz!
Se o que me resta é uma cruz que carrego na incoerência, no desafeto da razão.
Cantar? Como o que me resta é esse gritar... Mudo Gritar.
Se o que me invadi é o som de sua voz a me dizer: ‘Adeus!’

O que me importa se o céu está azul se você não está aqui...
Se as lágrimas banham a face.
Se o adeus para ti só foi uma frase e para mim o fim...
O fim do nosso amor.

O que me importa se agi assim...
O que te importa se sou infeliz assim...
Quando o egoísmo nos é uma marca.
A vaidade que nos mata...
Em venenos de um doente amor.

O que me resta se não há esperança...
Uma cura... Uma Vingança...
O que me resta é viver só e infeliz.

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